sexta-feira, 8 de abril de 2011

O blog está de luto!



Que nosso senhor JESUS CRISTO, possa confortar a todas as famílias. Estou orando, rezando pelas crianças que ainda estão hospital..

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ciúme platônico.


Site da imagem: quatroenergias.com





Eu chego aqui sempre com alguma coisa platônica, irreal, ilusória, fora do comum. Quase secreta. Talvez o intuito desse blog seja esse mesmo. Criei ele para auxiliar as pessoas, mas na verdade esse cantinho aqui, é o cantinho dos devaneios secretos, que só posso revelar a algumas pessoas, sem o julgamentos de quem não me conhece tão profundamente.
Ok. Preciso me soltar mais por aqui. Só mais um pouco de tempo e farei uma strip tease da minha alma..

Assim, tem um site que simplesmente eu sou apaixonada, e ele se chama caras como eu, eu fico imaginando como aquele homem consegue definir nós mulheres e nos levar a loucura com aqueles contos. Eu estive um pouco ausente do caras como eu, mas nã esqueç de um texto que vi lá, e me arrepiou toda.. dos pés à cabeça, e me mexeu com a minha imaginação.. acredito que, tudo que uma pessoa precisa fazer pra me levar a loucura é: mexer com o meu imaginário.

Ó, o texto não tem nada de muito erótico. É uma mistura de sensualidade com romântismo, com sentimento.. lá vai..




Não era fácil pra mim. Ninguém sabia que eu apanhava, exceto ele. E de confidente a amante foram alguns milímetros, quando me deu o primeiro beijo de despedida, meio no rosto, meio nos lábios. Entre um bandido e um mocinho, o que o mocinho tem de excitante é a coragem, contrapondo a covardia de quem bate em mulher. Ele pediu pra que eu largasse tudo, que era o tipo de morena que merecia ser amada e não empurrada na frente de amigos em sábados à noite. Me borrando de medo, troquei armas por rosas.


Na primeira noite, além de beber vinho tinto direto da minha boca, ele me comeu com uma raiva de quem esperara doze meses pra que isso rolasse sem riscos. Antes da penetração ele me chupou e eu senti um medo diferente. Perguntei se ele não sentia o nojo que eu imaginava que ele pudesse sentir. Ele disse que quem amava e adorava morcilha não tinha esse tipo de nojo. E me pediu em namoro. Comemorávamos o primeiro beijo, a primeira transa, o primeiro "te amo" e o aniversário de namoro, tudo no mesmo dia. A vida de mulher de PM havia sido subtraída de mim e eu carimbada rumo à felicidade que sempre sonhei.


Ele me levava na Marlúcia, minha analista, duas vezes por semana. Sabia da marca do meu iogurte e do meu medo de cebola no prato, gato preto e de ser igual minha mãe. Parei com destilados e o rivotril. Voltei a estudar. Aprendi sobre John Lennon e "On The Road". Comprei dois cachorros e pela primeira vez em cem anos, um vestido curto. Se eu acordava chorando, ele me envolvia, beijava minha testa e não fazia perguntas. Ganhei o perdão de uma velha amiga pelo sumiço. Minha vida podia agora ser contada com um álbum atulhado de fotos nossas em prainhas do litoral catarinense. Eu ainda apanhava vez ou outra, mas de brincadeirinha, pra apimentar.


No sexto mês indaguei se ele já me traíra. E não gostei da resposta. Nem com Fernanda, a colega de trabalho? Com Marjorie, a prima? E com Juliana, a amiga de infância? Com Amália, a feia? Sabrina, a paraplégica? Não, não e não. Nunca. Sério? Sim. Jura? Ô. Não contente, passei a repetir o questionário diariamente em busca de uma fagulha que reavivasse minha expectativa. Paguei amigas em comum para que marcassem encontros falsos. Ele não caía, dizia amar sua morena. Criava supostos novos i-meios de conhecidas e enviava alôzinhos na esperança de um aceno carnal da parte dele. Nada, só o trivial. Vasculhava telefones, carteiras, gavetas e nucas de quadros de brick atrás de outra ou outras. Isso nunca aconteceu.


Nunca soube bem o que era certo, o que era errado, não existia uma lei, um limite, uma racionalização. Mas eu amava ele demais. E ele era tão bom rapaz e todos gostavam dele tanto quanto eu. Eu não aceitava ter de dividir alguém legal. Minha mãe nunca me dissera merecer um cara bacana. Fosse ele um filhodaputa, aceitaria isso com dor e prazer. A dor que mais dói é a dor da dúvida e eu precisava de certezas muito mais do que compaixão, carinho e sexo com amor. Em pouco tempo, o PM da vida dele era eu. Transformei o sonho dele em viver comigo numa ópera-bufa.


Dei de beber. Descobri que o melhor amigo dele não era tão amigo dele quanto pensava. E descobri isso na sala onde eles ensaiavam coisas do Radiohead. Fumei, cheirei, chupei, transei sem camisinha e larguei a Marlúcia de mão. Uma vez ele me pegou pelo braço e disse que eu precisava de ajuda. Mas eu só queria uns chifres que estilhaçassem aquela imagem de moço bom dele, porque se eu merecia algo nessa porra de vida era sofrer feito cadela e não de um príncipe me lambendo feito princesa. Contei tudo, meio que deixando o rosto apto a um tapa libertador ou umas verdades esquecidas.


Ele só disse ter pena. Me jogou no chão, com todo cuidado de acertar as almofadas, esfregou as mãos e os braços como quem se desfaz do pó e se mandou, depois de um olhar do tipo "não-foi-isso-que-sonhei-pra-nós", por incontáveis dez segundos. Ele não soube me amar, daquilo que eu aprendi ser o amor.

Ciume platônico, escrito no dia 20 de outubro de 2010, por Gabito do site/blog CARAS COMO EU.

O tal casal

Depois que o mal tempo foi
Eu vi você chegando
Trazia o rosto doce, bom e aliviado
Nada mais incerto
Passava também um tempo

Voltávamos a ser então o tal casal
Apaixonado, apaixonado

Gostei de ser de quem me gosta
Eu aprendi
Querendo a vida bem mais fácil
Eu resolvi
É tão melhor viver em paz
Ninguém me faz sentir assim

Agora mais que nunca somos o tal casal
Apaixonado, apaixonado

E não adianta alguém
Querer que não seja assim
Isso aqui não é o mal
E se anula por si só
E não adianta ir
Tentar se esconder, fugir
Sabedor é quem está
Amadurece e recebe
O presente... presente...

Gostei de ser de quem me gosta
Eu aprendi
Querendo a vida bem mais fácil
Eu resolvi
É tão melhor viver em paz
Ninguém me faz sentir assim
Ninguém me faz sentir assim
Ninguém me faz sentir

(Vanessa da Mata)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Amiga Melancia..

FOTO: dandolinhas.blogspot.com

Olá leitores, poucos. Mas adoráveis.

Estive um pouco ausente.
Na verdade eu tive um lapso de felicidade e ânimo em criar um blog do qual eu pudesse ajudar as pessoas, criar um certo dinâmismo entre eu e as pessoas.. enfim, criar algo diferente, mais participativo.

Mas, confesso que desanimei.
Coisas do cotidiano, acredito que isso seja normal e logo passará, só preciso de reavivar minhas energias.

Mudei o título do blog de amiga Daphne, para amiga Melancia..

Fiz isso, porque desde que comecei a ler o livro Melancia, minha vida mudou.
Eu consigo me desvincular dos meus problemas, no momento em que eu começo a ler. Em cada página, me encontro ali. Me envolvo coma personagem.

Nem cheguei ao final do livro, e na verdade, acho que quando terminar, vou sentir que faltará um pedaço de mim.

Então nada melhor do que colocar o nome do meu blog de AMIGA MELANCIA.

Porque?
Sou mulher, sou superação, sou apaixonada, sou inconsequente, sou transloucada, tenho TPM..
Então sou uma melancia. Fico redonda como uma melancia, quando engordo, quando estou com raiva.. e quando provavelmente me tornar uma mãe.

Sou uma mulher intensa. Mas  não sou sexo frágil..


Um trecho do livro Melancia, que na verdade é uma receita, que espero preparar em breve..

Trechos de Melancia

Os preparativos para domingo.

Ingredientes:

Uma mulher de 29 anos que recentemente dera á luz, negligenciada, abandonada e rejeitada.


Uma generosa dose de culpa.


Uma pitada de antegozo.


Um pacote de insegurança sobre a aparência do seu corpo.


Um raminho de excitação (selvagem, se possível).


Uma colher cheia de desespero profundo, condensado.


Um pequeno pânico de estrias.


Duas meias 7/8, pretas, com renda na barra.


Uma calcinha preta interessante.


Um sutiã preto, da espécie miraculosa, em vez de apenas maravilhosa.


Uma garrafa de vinho tinto.


Um vestido.


Um par de sapatos.


Decoração:


Batom vermelho-prostituta.


Várias camadas de rímel escuro.


Modo de preparar:

Deixar de lado as meias, calcinhas e sutiã, para usar mais tarde.


Pegar a mulher.


Verificar seus olhos e sua pele para se certificar de que ela não passou de seu prazo de validade.


Acrescentar culpa, antegozo, insegurança, excitação, desespero e pânico.


Misturar tudo.


Deixar cozinhar por alguns dias.


Num banheiro de tamanho médio, preparar a mulher, raspando suas pernas, colorindo seu cabelo e pintando as unhas dos seus pés.


Cerca de uma hora antes de começar, despejar generosamente uma cara loção corporal, mexendo freqüentemente.


Acrescentar as meias, o par de calcinhas pretas interessantes e o sutiã preto miraculoso. Praticar um pouco os atos de sedução, deixando seu cabelo cair sobre o rosto e lançando olhares através dos cílios.


Verificar se ela ainda pode arquejar, arquear as costas e dizer frases como: “Ah, querido, isso foi maravilhoso” ou “”Pelo amor de Deus, não pare”, mantendoao mesmo tempo um rosto normal.


Recrutar compulsoriamente uma irmã, de preferência Anna, para cuidar da já mencionada criança.


Acrescentar uma dose generosa de batom vermelho-prostituta, várias camadas de rímel preto, um vestido curto, todo abotoado, roxo (é, afinal, a cor da paixão), sapatos pretos com correias de camurça no tornozelo e uma garrafa de vinho tinto.


Evitar começar a beber uns tragos da garrafa de tinto antes de chegar ao seu destino.


Como extra opcional, camisinhas na bolsa são sempre um toque simpático.


Se não for possível, consegui-las – por exemplo, podem estar fora de temporada -, ajeitar-se com grandes quantidades de continência. Nem sempre ideal, mas funciona.

Servir numa cama, com um homem bonito.



Mirian Keyes, em “Melancia” (Bertrand Brasil)

Um beijo, da amiga.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Parabéns ao amor platônico.

Há quem acredite em amor platônico. Assim com há quem acredite em amor à primeira vista. E quem acredite que é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo. Ou nunca amar. Amor, amor..como defini-lo se ele não é um verbo e não tem como conjugá-lo?


Amor platônico é coisa de adolescente, que tem imaginação a flor da pele. Ou, nem sempre.. É pra quem alimenta dentro do irreal, inconsequente, iludido, um amor idealizado, inconsciente.


Acredito que viver o amor-real, co suas brigas, desentendimentos, ali no cara-a-cara, com qualidades e defeitos da pessoa é muito melhor e muito menos perda de tempo do que um amor platônico. Afinal temos tão pouco tempo aqui, pra ficar idealizando ao invés de viver..


Mas o que falta para que o improvável; o amor platônico, torne-se real? A distância, a situação, ou a falta de coragem?


Daí, eu abro um questionamento? Vale a pena lutar por um amor platônico, ou viver a realidade?


Resolvi comentar sobre esse tema, porque ontem ao explicar um sentimento do qual sempre digo que é ADMIRAÇÃO, persistem em dizer que é amor platônico.. Pausa dramática e muitas dúvidas..


Eu acho esse negócio de amor platônico, meio demodê nos dias de hoje. Vivemos em uma sociedade da qual as pessoas tem sede de fazer tudo muito rapidamente, quase não temos tempo para sonhar..


.. em contrapartida, acho uma delicia ter alguém para sonhar. E ter aquele foco.. realizar, um dia.
E de acordo com o título, a esse amor ou admiração, sei lá.. quero desejar meus sinceros votos de felicidade e tudo de bom que o universo possa trazer.


Amor Platônico
Legião Urbana
Composição : Legião urbana


Eu sou apenas alguém
Ou até mesmo ninguém
Talvez alguém invisível
Que a admira a distância
Sem a menor esperança
De um dia tornar-me visível


E você?
Você é o motivo
Do meu amanhecer
E a minha angústia
Ao anoitecer


Você é o brinquedo caro
E eu a criança pobre
O menino solitário que quer ter o que não pode
Dono de um amor sublime
Mas culpado por querê-la
Como quem a olha na vitrine
Mas jamais poderá tê-la


Eu sei de todas as suas tristezas
E alegrias
Mas você nada sabes
Nem da minha fraqueza
Nem da minha covardia
Nem sequer que eu existo
E como um filme banal
Entre o figurante e a atriz principal
Meu papel era irrelevante
Para contracenar
No final
No final
No final

sábado, 2 de abril de 2011

"Os venenosos"


OS VENENOSOS

Por Luis Fernando Verissimo *

O veneno é um furo na teoria da evolução. De acordo com o darwinismo clássico os bichos desenvolvem, por seleção natural, as características que garantem a sua sobrevivência.

Adquirem seus mecanismos de defesa e ataque num longo processo em que o acaso tem papel importante: a arma ou o disfarce que o salva dos seus predadores ou facilita o assédio a suas presas é reproduzido na sua descendência, ou na descendência dos que sobrevivem, e lentamente incorporado à espécie.

Mas a teoria darwiniana de progressivo aparelhamento das espécies para a sobrevivência não explica o veneno. O veneno não evoluiu. O veneno esteve sempre lá.

Nenhum bicho venenoso pode alegar que a luta pela vida o fez assim. Que ele foi ficando venenoso com o tempo, que só descobriu que sua picada era tóxica por acidente, que nunca pensou etc.

O veneno sugere que existe, sim, o mal-intencionado nato. O ruim desde o princípio. E o que vale para serpentes vale para o ser humano. Sem querer entrar na velha discussão sobre o valor relativo da genética e da cultura na formação da personalidade, o fato é que não dá para evitar a constatação de que há pessoas venenosas, naturalmente venenosas, assim como há pessoas desafinadas.

A comparação não é descabida. Acredito que a mente é um produto cultural, e que descontadas coisas inexplicáveis como um gosto congênito por couve-flor ou pelo “Bolero” de Ravel, somos todos dotados de basicamente o mesmo material cefálico, pronto para ser moldado pelas nossas circunstâncias.

Mas então como é que ninguém aprende a ser afinado? Quem é desafinado não tem remédio. Nasce e está condenado a morrer desafinado. No peito de um desafinado também bate um coração, certo, e o desafinado não tem culpa de ser um desafio às teses psicológicas mais simpáticas. Mas é.

Matemática se aprende, até alemão se aprende, mas desafinado nunca fica afinado. Como venenoso é de nascença.

O que explica não apenas o crime patológico como as pequenas vilanias que nos cercam. A pura maldade inerente a tanto que se vê, ouve ou lê por aí. O insulto gratuito, a mentira infamante, a busca da notoriedade pela ofensa aos outros.

Ressentimento ou amargura são características humanas adquiridas, compreensíveis, que explicam muito disto. Pura maldade, só o veneno explica.

(Veríssimo)

Meu tema!!



Picadinho de Macho
Sandra de Sá

Vamos deixar esses caras de quatro
Mostrar que esses ratos não passam de patos
Espalhar que eles andam caídos
Rotos e gastos como velhas galochas
Vamos dizer que são bichas, brochas
São uns vendidos, uns bolhas, um saco!

Malhar o Judas, vou lá capar o macho
Que a meta é se vingar
Malhar o Judas, vou lá capar o macho
Sangue e salada no almoço e jantar

São uns bolas, caretas, xaropes
Tá pronto o barraco
Vamos armar picadinho de macho
Eu acho que não dá pra escapar
Porque nós vamos pegar pra capar

Vamos cobrar, e não vai ser barato
Fazer esses trapos de gato e sapato
Exibir como ficam perdidos
Sem nós, mulheres, pra tomar conta deles
Vamos dizer que são rudes e reles
Sub-dalas, trouxas, oh mala!

Metidinhos, marrecas, capachos
Tá temperado o picadinho de macho
Ah... Sentiu a pressão, malandro?

Vamos provar que nós não somos o sexo frágil.. vamos nos unir mulheres, não podemos deixar que qualquer ogro possa abalar nossa integridade!!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Que no baile da vida..Eu seja sempre a mais insuportável!




E A FELICIDADE SEJA SEMPRE SEU PAR..

No baile da vida, eu chego toda prosa e serelepe. Como um recém nascida. Pois ainda tenho muito o que aprender. Todas as pessoas estão lá, para que eu as escolha, para serem meu par.

Mas eu, tiro Deus para dançar e aproveito para sussurrar em seu ouvido: O senhor está de brincadeira comigo? Todo esse tempo, e eu nunca entendi o que o Senhor deseja pra mim! Qual é a minha missão ou expectativas.. Não é possivel.. estão de sacanagem comigo?

Mas, Deus se silencia e não responde. Porque não é momento de saber a resposta.

E assim acontece em nossas vidas. Muitas vezes não entendemos o motivo pelo qual acontecem as coisas e muito menos a RAZÃO, fundamento disso. Coisas que ficam paradas, inertes em nossas vidas. Como uma carga, um peso em nossas costas. Personalidades irritantes.

O que detestamos em outras pessoas, são caracteristicas que não suportamos em nós.. como se olhassemos no espelho e ao ver aquela espinha HORRIVEL temos vontade de apertá-la e retirá-la dali. Isso não me pertence..

Mas percebo que tenho causado uma certa irritação iminente nas pessoas em meu redor. E consequentemente, tem me deixado mais irritante ainda. Provocadora.. insuportável.
Dando murro em ponta de faca mesmo. Sem medo de repente me ferir..

Testo a todo momento, qual nível de paciência que as pessoas tem por mim, parece que eu não tenho um pingo de medo e nem vergonha na cara. Ao invés de me retirar, bater a porta e sair. Eu fico.. eu acho que os incomodados devem se retirar..

Porém eu ainda, vou acabar me ferrando com essa brincadeira de não me importar..

Que no baile da vida, eu seja sempre a mais insuportável. Porém a mais verdadeira, interessante. Não comum que nem a maioria. Que eu seja a minoria, mas uma minoria excêntrica. Não gosto do comum.. tenho na verdade, alergia ao comum. De comum já basta as coisas que temos que tolerar no cotidiano..

Aliás..quem tolera é você.. pois eu sou insuportável e não me rendo a tolerar. Não engulo sapos.. Eu sou um sapo que vc vai ter que engolir..rsrsss..

Ah, se precisarem.. vou divulgar mais o meu blog, para que eu possa ajudar as pessoas por aqui.. Sou meio doidinha e complexa..mas o coração é bão!

Um abraço,
Amiga Daphne

terça-feira, 29 de março de 2011

O coração é bão, mas a memória é melhor ainda!



Dizem que devemos perdoar as pessoas. E acredito que o melhor é isso mesmo.
É horrivel acumular mágoas, rancores e tudo do gênero. Como posso desejar que minha vida caminhe para frente, se eu acumulo uma porção de coisas negativas?

Eu nunca tive dificuldade de perdoar. Nunca mesmo.
É só ir se achegando, dizer meia dúzias de palavras bonitas e.. pluft. Já perdoei, como num passe de mágica.

O coração é bom, então ele se deixar levar por palavras bonitas. A carência também é grande, e a necessidade de estar rodeada de pessoas faz com que acredite. Aparentemente (pra causar uma impressão de durona) dou a entender que não confio em ninguém. Mas isso é apenas uma armadura, porque no final das contas, eu acredito e muito.

E por mais que eu não leve a razão muito em conta, algumas vezes ela entra em ação. O que não adianta nada, porque eu ouço minha razão no máximo por 5 minutos. Daí entra minha intuição, super aguçada, meu sexto-sentido. Algo tem que funcionar.. Tudo bem que eu sou tão teimosa, que eu quero agir contra minha intuição, pois bem. Mas a intuição está ali do meu lado coitada, tenho que dar um pouco de atenção a ela...

... e quando dou atenção a minha intuição percebo que, as pessoas que erram, erram sempre e pelo mesmo motivo!

Ouvi ontem em um programa de rádio, que quando vamos pedir perdão a alguém, devemos apenas pedir perdão. Não se justificar, porque assim o perdão perde um pouco do seu valor. E se avaliarmos bem, isso é verdade..

Veja só, quando alguém vem me pedir desculpas e diz: Ai então, eu fiz isso pra você porque naquele dia, eu tropecei, bati meu dedinho mindinho. E depois, perdi meu pijama de listras azuis e cinzas. E tive também broteujas, um carrapato me mordeu.. E FOI por esse motivo que eu te fiz isso. DESCULPA.

Pior é: Amiga, quero te pedir desculpas. Mas também né, você foi bruta comigo.
Tipo, aquelas que jogam a culpa no outro.

Bem, quando eu vou pedir desculpas pra alguém eu apenas peço desculpas. E só.

E olha que não sou a melhor pessoa do mundo.

Vou fazer uma campanha. Vamos pedir desculpas sem justificativas. Ok?

Beijos..

FOTO: brulum.blogspot.com

segunda-feira, 28 de março de 2011

Deixe me apresentar..



Bem.. espero que esteja tudo bem com vocês!
Sou a Daphne, e quero ser a melhor amiga de todos vocês..
Não aquelas amiguinhas de colégio, que trocam a todo momento.
Mas aquela amiga da qual você pode confiar pra tudo.

Espero ajudá-las com minhas vivências, experiências, momentos e etc.
E também quero poder contar com a ajuda de vocês..

Pra começo de apresentação, vou lhes contar porquê decidi criar esse blog..

Eu passei por momentos dificeis em minha vida. Dos quais queria um conselho, uma amiga.. alguma palavra pra me ajudar.
Devo confessar que graças a Deus, eu tive a ajuda de algumas pessoas.
Mas percebi, o quanto uma mão amiga, uma ajuda, um auxílio.. fazem falta na vida de um ser humano..

Sim, sim, sim..
Eles facilitaram tudo para o capitalismo.. mas esqueceram que somos feitos de carne, osso e coração.

Claro, que a Daphne aqui, gosta de se vestir bem.. de ser pavão mesmo. Sou bem exagerada.
Mas com tantas facilidades, nos esquecemos de perceber os sentimentos do próximo.
E por outro lado, quando vemos que não dão importância para o que sentimos..nos fechamos.
E se fechar vira um circulo vicioso.. de repente você não faz mais questão de ninguém e fica ali no seu mundinho..

Veja quantos casos de suicidio que temos em nosso mundo.
Um caso recente é da linda Cibele Dorsa. Linda, atraente, inteligente, artistica.
Será que ela não tinha uma amiga pra conversar? Será que ninguém deu ouvidos para os problemas dela?

Mas para as pessoas faltam tempo pra ouvir...

E quando você acorda e resolve se abrir pras pessoas, ou pro sentimento delas..isso se torna um circulo vicioso de tão gratificante e maravilhoso que é!

Pensando nisso.. criei esse meu blog.
Porque apenas não falarei sobre mim..
Quero ouvir coisas sobre você..

Ou seja, quem estiver com um probleminha ou problemão.. quiser debasafar, gritar, rir ou chorar..
Por favor me mande um email.. Bom, tudo fica no máximo e absoluto SIGILO.
Eu sei que sou nova por aqui e muitos ainda não confiam em mim..
Mas... prometo que guardarei segredo, sobre os segredos de cada um e pretendo ajudá-los de alguma forma...

Quero um blog participativo e dinâmico.. Portanto..colaborem comigo pessoal!!

Ah.. esqueci do email..poxa.. rs..Vou deixá-lo aqui pra vocês...

amigadaphne@hotmail.com

Um beijo no coração de todos.. da sua melhor amiga!